quarta-feira, 4 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
A BOA NOVA MÚSICA BRASILEIRA PARA CRIANÇAS
Às vezes sou muito saudosista ... Quando estamos nestas fases saudosistas parece que não há nada tão bom sendo feito quanto o que já ouvimos e vimos na infância. Mas há!! Como adoro música (embora meu melhor talento musical se restrinja a ser muito boa na platéia), vivo super conectada com o que se faz de novo por aí. Acho complicado falar de música para adultos e música para crianças, já que o João (meu filho que hoje está com 8 anos) adora Maria Gadu e o Arthur (que está com dois aninhos) adora 5 a Seco e eu (que estou com 40) adoro Pandorga da Lua, Cuidado que Mancha, Bando de Brincantes e todos que compartilho nesta postagem a qual chamei de " A boa nova música brasileira para crianças", mas que poderia se chamar apenas de "Um pouco mais sobre a boa nova música brasileira". Música repleta de sensibilidade e ludicidade para todas as idades. Aí vão algumas dicas...
BARBATUQUES - TUM PA
PANDORGA DA LUA
BANDO DE BRINCANTES
CUIDADO QUE MANCHA
JOÃO BELLO E SUSI MONTE SERRAT
CATIBIRIBÃO
PALAVRA CANTADA
PATO FU
ADRIANA PARTIMPIM
ARNALDO ANTUNES E ANTÔNIO PINTO
HISTÓRIAS DA ARCA
sábado, 30 de junho de 2012
A BOA NOVA MÚSICA BRASILEIRA
Ontem, numa janta com algumas amigas, as meninas estavam super preocupadas com o que a gurizada tem ouvido por aí, mas principalmente no que tem se composto por aí, no que esta gurizadinha de agora vai ter como memória musical afetiva mais adiante. Tentei confortá-las dizendo que tem muita coisa boa sendo feita e que eu acho que essa gurizada tem chance de ouvir muita música boa, é só fazer chegar até eles. Prometi que mandaria alguns vídeos para elas (e é o que estou fazendo), mas para poder ampliar essa diversão, resolvi postar alguns vídeos de gente nova que eu tenho ouvido e curtido muito. Ficam aí algumas dicas, espero que meus miguxos curtam!! Beijooooo!!!
A INFÂNCIA E A TV (I)
Por mais que nosso desejo como
pais e educadores seja de que as crianças vejam menos TV, fiquem menos tempo em
frente ao computador e vivenciem mais experiências reais ou experimentem mais o
seu próprio universo imaginário, também não podemos ser ingênuos em pensar que
elas não verão televisão.
Eu pulei muita corda, corri muito de bicicleta, subi muito em árvore, escutei muitas histórias, li muitos livros bacanas, mas também vi televisão quando era criança. Mas tive a felicidade de ter vivido uma época em que a Rede Globo (porque críticas à parte é a rede de televisão que atinge uma parcela maciça da população, sobretudo aqueles que não têm acesso à TV a cabo ou via satélite) investia em programas maravilhosos para crianças, que habitam nosso imaginário até hoje (O Sítio do Pica Pau Amarelo e os musicais Plunct Plact Zum e A Arca de Noé serão sempre lembrados por aquela geração). Trazia também desenhos que eram divertidíssimos, como “A feiticeira faceira”, a “Lula Lelé”, “A formiga atômica”, entre tantos outros “super triônicos” desenhos animadíssimos. Tive também o privilégio de morar numa cidade, que mesmo muito pequena, ficava perto de Porto Alegre e me permitia ter acesso à programação da TVE RS, o que foi fundamental na minha formação inteira. Falo tudo isso porque a TV tem
sim sua influência sobre a formação dos sujeitos e gostemos ou não, a Rede
Globo tem uma influência significativa sobre grande parte de tudo que a
população deste país vê.
Esta semana, fui almoçar com meu marido e vi que estava passando na TV do restaurante o novo programa da Fátima Bernardes. Constatei naquele momento, conversando com meu marido, que não restou um programa infantil ao menos, em toda a programação semanal da Rede Globo. Nada, de qualidade nenhuma, simplesmente não há espaço para a infância na emissora.
Felizmente eu tenho a oportunidade de oferecer aos meus filhos muitas experiências estéticas e vivências culturais, bem longe e também em frente à tela da TV. Mas sabemos que esta não a é realidade de grande parte da população deste país. Sabemos também que toda experiência estética, toda vivência cultural (boa ou ruim) é determinante na formação (social, cultural, ética, afetiva e cognitiva) dos sujeitos.
Ciente de que vivemos num tempo de pouco espaço nas agendas para a convivência lúdica entre pais e filhos (aquela em que sentamos para contar histórias, jogar joguinhos, brincar de diferentes formas) e que, por esta razão, as crianças ficam sim um tempo significativo em frente à TV, como não preocupar-se quando uma grande rede de TV exclui de sua programação (e daí não podemos nem discutir a qualidade do que não existe) programas voltados ao público infantil?! Só resta torcer muito para que os pais tornem-se cada vez mais conscientes de (e presentes nos) seus papéis.
Eu pulei muita corda, corri muito de bicicleta, subi muito em árvore, escutei muitas histórias, li muitos livros bacanas, mas também vi televisão quando era criança. Mas tive a felicidade de ter vivido uma época em que a Rede Globo (porque críticas à parte é a rede de televisão que atinge uma parcela maciça da população, sobretudo aqueles que não têm acesso à TV a cabo ou via satélite) investia em programas maravilhosos para crianças, que habitam nosso imaginário até hoje (O Sítio do Pica Pau Amarelo e os musicais Plunct Plact Zum e A Arca de Noé serão sempre lembrados por aquela geração). Trazia também desenhos que eram divertidíssimos, como “A feiticeira faceira”, a “Lula Lelé”, “A formiga atômica”, entre tantos outros “super triônicos” desenhos animadíssimos. Tive também o privilégio de morar numa cidade, que mesmo muito pequena, ficava perto de Porto Alegre e me permitia ter acesso à programação da TVE RS, o que foi fundamental na minha formação inteira.
Esta semana, fui almoçar com meu marido e vi que estava passando na TV do restaurante o novo programa da Fátima Bernardes. Constatei naquele momento, conversando com meu marido, que não restou um programa infantil ao menos, em toda a programação semanal da Rede Globo. Nada, de qualidade nenhuma, simplesmente não há espaço para a infância na emissora.
Felizmente eu tenho a oportunidade de oferecer aos meus filhos muitas experiências estéticas e vivências culturais, bem longe e também em frente à tela da TV. Mas sabemos que esta não a é realidade de grande parte da população deste país. Sabemos também que toda experiência estética, toda vivência cultural (boa ou ruim) é determinante na formação (social, cultural, ética, afetiva e cognitiva) dos sujeitos.
Ciente de que vivemos num tempo de pouco espaço nas agendas para a convivência lúdica entre pais e filhos (aquela em que sentamos para contar histórias, jogar joguinhos, brincar de diferentes formas) e que, por esta razão, as crianças ficam sim um tempo significativo em frente à TV, como não preocupar-se quando uma grande rede de TV exclui de sua programação (e daí não podemos nem discutir a qualidade do que não existe) programas voltados ao público infantil?! Só resta torcer muito para que os pais tornem-se cada vez mais conscientes de (e presentes nos) seus papéis.
Marcadores:
INFÂNCIA; TV; MÍDIA; SITIO DO PICA PAU AMARELO;
domingo, 24 de junho de 2012
HISTÓRIAS PARA MUDAR O MUNDO 2012
"Histórias para mudar o mundo" é um projeto voluntário que nasceu no verão de 2010, no Rio de Janeiro (Brasil), organizado pela Rede Internacional de Contadores de Histórias / Red Internacional Cuentacuentos / International Storytelling Network (RIC), cujo objetivo principal é o desejo de intervir em nome de todos aqueles que sofrem qualquer tipo de discriminação no mundo.
Assim sendo, pelo segundo ano a RIC promoveu, no último dia 21 de junho de 2012, o "Histórias para mudar o mundo". Eu participei desta celebração em dois momentos do dia, primeiro com o grupo de jovens que participa do Projeto Pescar – Unidade Mercur, aqui em Santa Cruz do Sul, que participaram da minha Oficina de Contação de Histórias, no SESC, na semana anterior. Depois com meus alunos da Disciplina de Fisioterapia Pediátrica, da UNISC, porque para pensarmos uma fisioterapia efetiva com crianças, a sensibilidade é fundamental.
Nos dois momentos contei três histórias recontadas por Rosane Pamplona, no livro “O homem que contava histórias” (Ed.Brinque-Book), foram elas: “Uma questão de interpretação”;“Dignidade ou riqueza” e “Quanto vale um rei”.
Como não poderia deixar de ser, a experiência foi uma delícia, porque contar histórias e celebrar histórias é sempre uma delícia!!
sábado, 23 de junho de 2012
UMA SEMANA CHEIA DE BOAS SURPRESAS!!
Esta semana foi uma semana de momentos e experiências
intensas, muitas histórias e a confirmação de várias convicções!!
Comecei a semana em Ijuí (18/06), participando do Seminário “Leitura
levada a sério”, que ocorreu durante o Aldeia SESC Ijuhy. Contei muitas
histórias durante a tarde e também falei sobre “A importância do Conto nos
processos de Letramento e Alfabetização”. Maravilha de encontro com gente
bacana e super interessada!!
Na terça-feira (19/06) participei do encontro “Conversa de Professor”,
organizado pela Fundação Ecarta (Sinpro RS). O encontro, que aconteceu aqui em
Santa Cruz do Sul, reuniu um grande número de pessoas na Câmara de Vereadores e
foi muuuuito bacana!!! O tema da noite
foi “Letramento na Educação Infantil”.
Eu, é claro, também contei algumas histórias, porque letrar é um
processo para a vida toda!!!
Na quinta (21/06), participei da “corrente do bem”,
promovida pela Red Internacional Cuentacuentos, “Histórias para Mudar o Mundo,
onde contei histórias para um grupo de jovens que participa de um projeto
social chamado Projeto Pescar (Unidade Mercur), aqui em Santa Cruz do Sul (RS,
Brasil). Depois para meus alunos da Disciplina de Fisioterapia Pediátrica, da Universidade
de Santa Cruz do Sul (UNISC), porque para pensarmos um processo terapêutico
mais efetivo com crianças, sensibilidade é fundamental.
domingo, 17 de junho de 2012
OFICINAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS SESC JUNHO 2012
Esta semana a equipe do SESC aqui de Santa Cruz do Sul me deu um presentão, a oportunidade de ministrar duas oficinas de Contação de Histórias ímpares. Delicia conhecer gente nova, cheia de vontade de brincar e aprender brincando. Delícia poder viver a Arte do Encontro e vivenciá-la tão intensa e deliciosamente.Não bastasse isso, me presenteou com a possibilidade de me experimentar de um modo muito diferente enquanto oficineira, com uma turma de jovens que participam de um Projeto Social da Mercur, o Projeto Pescar. Precisei exercitar minha flexibilidade e reinventar modos de encantá-los e despertar o desejo da leitura. A experiência foi fantástica!!Careguei comigo, em meus slides, muitos amigos "Encantadores de Histórias" que amo, que me inspiram e que me fazem acreditar cada dia mais que tenho seguido pelo caminho certo na "estrada de tijolos amarelos".
Marcadores:
OFICINAS DE CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS; SESC
Assinar:
Postagens (Atom)


