terça-feira, 31 de janeiro de 2017

NAS MONTANHAS DOS GORILAS (DOS FILMES QUE VI E AMEI)


Como é bom ver a reprise de um bom filme, daqueles que deixam marcas e contam grandes histórias!! Dia desses, “zapeando” pelo guia da tevê, vi que iria reprisar novamente “Nas Montanhas dos Gorilas”, um filme lindo e biográfico, de 1989, que já havia visto fazia um bom tempo. Nas Montanhas dos Gorilas mostra a luta de uma Terapeuta Ocupacional, que se fez Antropóloga em campo, e sua luta para registrar e salvar os gorilas da montanha. Dian Fossey (interpretada pela talentosa Sigourney Weaver), viajou para Ruanda, na África, em 1967 e dedicou toda sua vida à preservação dos gorilas da montanha, ameaçados de extinção em razão da caça indiscriminada. Dian utilizou todos os meios possíveis para protegê-los e esta luta se tornou tão intensa que nem mesmo a paixão conseguiu desviar o foco de seu objetivo primeiro que era salvar a espécie. Dian fez tudo que foi possível para impedir que atrocidades contra os animais fossem cometidas. O filme é muito bonito e é irresistível, após assisti-lo, não querer saber mais sobre essa grande personagem que foi Dian Fossey. Há vários documentários no Youtube com imagens reais de Dian que narram sua história e sua luta. #Ficaadica!!
Sigourney Weaver interpretando Dian Fossey
 Diane Fossey em seu convívio com os Gorilas da Montanha


Para saber um pouco mais sobre Dian Fossey:




sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

UM JANEIRO PARA DANÇAR, PARAR, REFLETIR E RECARREGAR AS ENERGIAS

Penso que ninguém pode dar aquilo que não tem. Sendo assim, se você quer oferecer algo bom, deve tê-lo consigo para então oferecer ao próximo. Assim é com tudo, das coisas, às atitudes, ações e energia. Alguns dos objetivos da Campanha Janeiro Branco vão neste sentido, de  encorajar as pessoas a mudarem suas vidas, quando assim julgarem necessário, bem como mostrar a elas que podem se comprometer com a construção de vidas mais felizes, realizadas e congruentes com seus próprios valores, sentidos e desejos. Por esta razão não hesitei quando recebi o convite para participar das ações do Janeiro Branco com os profissionais das Unidades Básicas de Saúde de General Câmara (RS), cidade onde nasci e cresci.
Estou muito feliz por levar um pouquinho do universo das Danças Circulares Sagradas, da narração oral e da poesia de Mário Quintana para oportunizar momentos de (com)vivência consigo e com o outro, para esses profissionais incríveis que, dia a dia, oferecem sua energia e o seu fazer para aliviar a dor do outro.
Cheia de gratidão a cada dançante que participou deste momento, tanto das equipes que atuam no interior, quanto da equipe que atua no centro do município. Gratidão imensa também à Cássia Vilene, minha irmã querida, grande profissional e fazedora de momentos felizes, que idealizou e realizou as ações!!
Que as ações deste janeiro sejam alimento e inspiração para o ano!!






quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

FRASES DE FILMES QUE VI E AMEI (AQUARIUS)

Quando você gosta é vintage,
quando você não gosta é velho"
Fala de Clara, personagem de Sônia Braga no filme Aquarius, uma jornalista, viúva, mãe de três filhos já adultos, que venceu um câncer de mama ainda jovem. Clara está com 65 anos de idade e ainda mora em um apartamento à beira mar, no Recife, onde viveu com seu marido e criou seus filhos e resiste à ideia de vender seu apartamento, lugar onde residem suas memórias.

terça-feira, 24 de janeiro de 2017

AQUARIUS (SOBRE OS FILMES QUE VI E AMEI)

Algumas semanas atrás olhei o filme Aquarius (e hoje estou olhando novamente). Digam o que disserem, eu amei!! Gostei da força da personagem Clara, gostei da fotografia, amei a trilha sonora (impecável), mas me apaixonei especialmente pela coragem amorosa e pela potência em resistir de Clara, em não abrir mão daquilo que não tem preço para ela, a família, as memórias, os amigos, tudo isso marcado por um lugar, a sua casa. O filme tem ritmo de filme europeu, bom para acalmar o coração, do tipo para se olhar de madrugada, quietinho, com um vinhozinho, um chazinho ou um chimarrão!! #Superindico!!
Sobre o filme: Aquárius conta a história de Clara (personagem de Sônia Braga), uma jornalista, viúva, mãe de três filhos já adultos e que venceu um câncer de mama ainda jovem. Clara está com 65 anos de idade e ainda mora em um apartamento à beira mar, no Recife, onde viveu com seu marido e criou seus filhos. Por mais que já tenha deixado explicitado sua decisão de não vender seu apartamento, local de muitas memórias, Clara sofre todo tipo de assédio e ameaças para que mude de ideia e venda seu apartamento para uma construtora que pretende construir um novo prédio no espaço.
#Ficaadica!!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ESCULTURAS PARQUE PEDRAS DO SILÊNCIO (DOS LUGARES QUE VISITEI E AMEI)

 
Tão bom compartilhar momentos bacanas e dar dicas para que outras pessoas também possam conhecer lugares legais. Hoje pela manhã eu, o Cláudio e o João visitamos o “Esculturas Parque Pedras do Silêncio”, em Nova Petrópolis (RS). O parque foi inaugurado a cerca de dois anos, mas levou quatro anos para que as esculturas fossem concretizadas. O “Esculturas Parque Pedras do Silêncio” é um parque turístico que narra, através de esculturas em pedras, a história da imigração alemã no município de Nova Petrópolis. O lugar é muito bonito, com as esculturas organizadas por eixos temáticos que contam a história da imigração alemã, das profissões que exerciam os primeiros imigrantes, dos primeiros colonizadores e também das tradições, cultura e lazer dos imigrantes, bem como dos guaranis e do povo riograndense. Um passeio bem legal para fazer e refazer com a família, porque as crianças crescem, as perspectivas mudam e, ano a ano, outras esculturas irão habitar o parque!! #Fica a dica!!
ESPAÇO SAGA DOS IMIGRANTES
ESPAÇO DAS PROFISSÕES 
 
  
 
 
 
ESPAÇO DOS PIONEIROS
 
ESPAÇO DAS TRADIÇÕES E CULTURAS  
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
OS ANIMAIS
Algumas esculturas me provocaram de modo especial. Em breve vou comentar a minha percepção sobre algumas dessas maravilhas. Espero que gostem, do parque e das próximas postagens.

domingo, 15 de janeiro de 2017

A HISTÓRIA DE NAITÁ (DA SÉRIE AMIGOS ESCRITORES QUE AMO) #FICAADICA

Naitá era uma lagarta muito, muito medrosa, que se torna uma borboleta linda, mas ainda mais medrosa do que quando era lagarta. Naitá tem medo até mesmo de abrir suas asas!! Meu amigo querido, Danilo Furlan narra a história dessa borboletinha medrosa com toda sua sensibilidade de contador de histórias e lindo artista que é. “A história de Naitá” chegou pelo correio para mim, logo que Naitá fez seu primeiro voo, no início de 2015. Quando li a história achei uma gracinha. Mas reler uma história sempre nos coloca numa outra relação com a narrativa, ficamos mais íntimos, compreendemos melhor os personagens!! Reler “A história de Naitá” nestas férias, junto com o Arthur, meu filho mais novo, que adora histórias, foi uma delícia, uma redescoberta amorosa, sensível, afetiva!!
Grata Danilitcho, pela sua energia,
pela sua alegria, pela sua poesia!! 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

A FEIRA DO LIVRO DE SANTA CRUZ DO SUL COMEÇA MUITO ANTES DO QUE VOCÊ PENSA

As pessoas não imaginam quanto tempo antes começamos a pensar e articular a Feira do Livro de Santa Cruz do Sul. Trabalhamos muito, nos reunimos muitas vezes, discutimos, trocamos ideias, concordamos, discordamos, pensamos em tudo com muito carinho. Hoje foi a primeira reunião do ano, ainda em janeiro. Como seria bom que as pessoas prestigiassem mais, desfrutassem mais de uma programação que é pensada com tanto carinho! Que venha a 30ª Feira do Livro de Santa Cruz do Sul!!

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

SOBRE A CAMPANHA JANEIRO BRANCO


A Campanha Janeiro Branco nasceu no ano de 2014, em Uberlândia (MG). A ação foi inicialmente promovida por um grupo de psicólogos, preocupados com a saúde mental e o bem estar da população. A iniciativa, no entanto, ganhou adesão de outros profissionais, como enfermeiros, médicos, agentes de saúde, técnicos de enfermagem, entre outros profissionais da área da saúde e de outras áreas, bem como de estudantes que reconhecem a importância do tema e contribuem com a ampliação da campanha para além dos consultórios, a partir de uma visão global e integrativa do indivíduo.
Os objetivos da Campanha Janeiro Branco são: (1) chamar a atenção da população mundial para questões relacionadas à saúde mental; (2) promover a conscientização das pessoas sobre a importância de refletir sobre sua saúde mental e emocional, sobre condições emocionais, sobre sua qualidade de vida e sobre a qualidade emocional de suas relações; (3) encorajar as pessoas a mudarem as suas vidas, quando julgarem necessário; (4) mostrar às pessoas que elas podem se comprometer com a construção de vidas mais felizes, realizadas e congruentes com os seus próprios valores, sentidos e desejos.
A cada dia cresce o número de pessoas insatisfeitas consigo mesmas, com suas vidas pessoais, profissionais e relacionais. Isso se relaciona com um modelo ocidental sócio-econômico e de sociabilidade voltado à coisificação da vida, à mercantilização das relações humanas, à alienação das pessoas, à medicalização da vida, entre outros fatores que tem colaborado para a desumanização da própria humanidade. Não por acaso observa-se um crescimento descontrolado das taxas de suicídio, depressão e ansiedade em todo o mundo.
O mês de janeiro foi escolhido para este momento de práticas reflexivas sobre a valorização da vida, das pessoas e das relações, pois é um momento em que as pessoas geralmente ainda estão passando por um momento de balanço das suas vidas, em decorrência do final de um ciclo (final do ano) e início de outro.
Assim sendo, a Campanha do Janeiro Branco pode ser compreendida como um movimento cultural e simbólico, que convida as pessoas para refletirem sobre suas vidas, bem como propõe ações de empoderamento, a fim de que as pessoas sintam-se potencialmente capazes de realizar as mudanças que desejarem em suas vidas.
Dessa forma, o mês de janeiro passa a ser um mês para promover o bem estar, para realimentar o corpo e o espírito para o ano que se inicia, um mês terapêutico, “que nos convida a busca de planejamentos e mudanças em nossas vidas, posicionando-se no calendário humano de forma estratégica e como um ponto de partida, de inícios e reinícios. É o primeiro mês do ano e, de forma simbólica e referencial, pode servir como uma espécie de plataforma a partir da qual qualquer pessoa pode se sentir inspirada e motivada a investir em mais qualidade emocional de existência”.
A escolha da cor branca justifica-se porque a partir dela “outras cores podem aparecer, assim como novos projetos podem ser escritos ou (re)escritos, possibilitando novos inícios ou recomeços nas vidas de qualquer pessoa. A cor branca é a cor das telas, a partir das quais os artistas criam suas idealizações. É a cor das folhas dos cadernos, a partir das quais as crianças aprendem a escrever (escrevendo e reescrevendo sempre que necessário). Branco é a cor síntese da somatória dos feixes de luzes das outras cores, simbolizando a perspectiva ecumênica dos projetos e sonhos humanos. Por fim, é uma cor sagrada para várias tradições religiosas do mundo”.
Neste ano de 2017, eu tive o prazer de ser convidada para participar das ações do Janeiro Branco com os profissionais das Unidades Básicas de Saúde de General Câmara (RS), cidade onde nasci e cresci. Estou muito feliz por levar um pouquinho do universo das Danças Circulares para oportunizar momentos de (com)vivência -  consigo e com seus pares de trabalho - a estes profissionais que, dia a dia, oferecem a sua energia e o seu fazer para aliviar a dor do outro. Grata Cássia Vilene, minha irmã querida, grande profissional e fazedora de momentos felizes!!
Em breve postarei os momentos vividos por nós nesta linda ação!!
Que janeiro seja de alimento e inspiração para o ano!!

sábado, 7 de janeiro de 2017

A CULTURA (NA CIÊNCIA E NA ARTE) PRECISA DE CONDIÇÕES PROPÍCIAS PARA VIVER

Cultura é uma das expressões com significado mais amplo que conheço e talvez por isso, associado à falta de conhecimento (e também de boa vontade) de muitos seres humanos, seja tão difícil compreender seu conceito e suas necessidades. 
Numa primeira busca pelo significado do termo “cultura” no Google a informação que vem é do campo da ciência. Cultura é o “cultivo de célula ou tecidos vivos em uma solução contendo nutrientes adequados e em condições propícias à sobrevivência”. Talvez a ciência possa ajudar a compreender algo fundamental para a cultura em todas as suas dimensões, "ela precisa de nutrientes adequados e condições propícias para sobreviver".
Cultura significa também, de modo muito mais amplo e complexo, todo o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes, os hábitos e aptidões adquiridos pelo ser humano desde seu núcleo familiar até as mais distintas interações nos muitos espaços sociais em que convive.
Assim sendo, a música, a literatura, a culinária, o modo de se expressar, o artesanato, a língua, os hábitos, tudo isso reflete a cultura de um povo, que vai sendo tecida ao longo de muitos anos, através das distintas vivências e modos de conviver.
A cultura, no entanto, para que se consolide enquanto tal, precisa se fazer presente na vida das pessoas cotidianamente. Uma língua que não é falada é uma língua morta, uma cultura que não é vivida será uma cultura extinta.
Quem faz com que uma cultura se mantenha viva é quem à preserva, seja usufruindo ou criando. Quem cria, quem faz cultura, quem dedica-se a ela profissionalmente é um profissional da cultura. 
Artistas e artesãos, nos mais distintos campos que estas duas palavras possam abranger, são trabalhadores da cultura e como qualquer trabalhador, precisam ser valorizados e remunerados.
Ocorre, no entanto, que quando um profissional realiza sua atividade com empenho e dedicação, muitas pessoas dizem que ele o faz por vocação. Ter vocação significa ter inclinação ou habilidade para algo que levará a pessoa a exercer uma determinada carreira ou profissão. Ter uma habilidade e poder trabalhar com aquilo que lhe dá prazer é, de fato, uma benção. Mas isso não faz com que o trabalho deixe de ser trabalho.
Vivemos um tempo em que, lamentavelmente, muitas pessoas pensam que trabalho não pode dar prazer. Não por acaso lemos uma enxurrada de postagens felizes nas redes sociais quando chega a sexta-feira. Muitas pessoas passam a semana se torturando no trabalho para “aproveitar” o final de semana para se “anestesiar”. 
Outras aproveitam o final de semana para se alimentar de cultura, vão a um show, ao teatro, ao cinema, a um sarau, a um bazar e esquecem que aqueles que estão ali, lhe nutrindo, são também trabalhadores.
Tenho visto artistas e artesãos serem desrespeitados e desvalorizados como se cidadãos trabalhadores não o fossem. Tenho visto pessoas (que se dizem do bem) chamando-os de vagabundos, assim como vejo governantes achando que devem fazer arte por amor, já que este é um dom. 
Observo ainda Fundações que apoiam a cultura serem duramente atingidas por legisladores, Secretarias de Cultura extintas ou então fundidas com a pasta do lazer, sem nenhum discernimento entre o que é lazer e cultura.  
Lazer distrai, cultura nutri, provoca e faz pensar. Sempre que fundem lazer e cultura, a cultura fica de lado, porque ela é perigosa para os governantes e "donos do poder", sempre foi e sempre será. 
Por isso, o jeito mais fácil de tentar aniquilar a arte e a cultura  é procurar matar à míngua, não dando meio nem condições propícias para que sobrevivam, mas somos (nós, artistas e artesãos) bichinhos resistentes!!  

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

FRASES DE SERIES QUE GOSTO: CONSELHO TUTELAR (1)

Nos seriados de TV encontramos frases de efeito que por vezes, de fato, nos causam algum efeito. Algumas são citações, outras são falas de personagens. Eu, particularmente, adoro registrar esses fragmentos que ficam muitas vezes escondidos. Esse que compartilho hoje é uma fala do personagem Carvalho Brito, juiz da série Conselho Tutelar (Temporada 2, episódio 2) 
"Todo mundo morre sozinho, o importante é não viver sozinho" 
(Juiz Carvalho Brito) 

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

CONTOS GALEANOS NO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DO PIBID UNISC 2017

Uma alegria iniciar o ano narrando histórias de Dom Galeano na abertura do "Seminário de avaliação das atividades de 2016 do Pibid Unisc"!! Super responsabilidade saber que os CONTOS GALEANOS foram escolhidos para o momento cultural que antecederia dois dias intensos de trabalhos. Momento amoroso de religação, público super conectado, olhinhos atentos, sementes jogadas ao vento!! Muito feliz!!