Dia desses eu e o João (meu filho) fomos ver RIO. Uma gracinha!! Mas ... Logo na primeira cena panorâmica, o João, que só conhece o Rio pela TV, e da pior maneira possível, me perguntou: - Mãe, isso é o Rio de Janeiro? / Eu respondi que sim. Ele então, continuou seu raciocínio: - Mas eu achei que o Rio de Janeiro fosse mais pobre. / Perguntei porque. E ele respondeu: - Porque no Rio de janeiro tem guerra, né mãe!/ Me calei. Às vezes ficamos perplexos com os (mal) entendimentos dos estrangeiros sobre o nosso país. Naquele dia vi o quanto nós também temos mal (e às vezes, mau) entendimento do nosso país. terça-feira, 31 de maio de 2011
O BRASIL QUE NOSSOS PEQUENOS CONHECEM (CONHECEM?)
Dia desses eu e o João (meu filho) fomos ver RIO. Uma gracinha!! Mas ... Logo na primeira cena panorâmica, o João, que só conhece o Rio pela TV, e da pior maneira possível, me perguntou: - Mãe, isso é o Rio de Janeiro? / Eu respondi que sim. Ele então, continuou seu raciocínio: - Mas eu achei que o Rio de Janeiro fosse mais pobre. / Perguntei porque. E ele respondeu: - Porque no Rio de janeiro tem guerra, né mãe!/ Me calei. Às vezes ficamos perplexos com os (mal) entendimentos dos estrangeiros sobre o nosso país. Naquele dia vi o quanto nós também temos mal (e às vezes, mau) entendimento do nosso país. quinta-feira, 21 de abril de 2011
A NOVA PANDORGUEIRA DO REINO
No início do ano, em um evento onde eu era palestrante, conheci duas pessoas muito queridas e talentosas, o Ricardo Freire e a Ângela Gomes, integrantes do encantador grupo “Pandorga da Lua”, de Santa Maria (RS). Deste encontro, veio o convite para eu participar com o grupo numa apresentação aqui, em Santa Cruz do Sul.
Dizia assim (o texto do Ricardo):
“Era uma vez um lugar muito lindo, a natureza era bela e o céu era mais azul. Todos os moradores viviam muito felizes. Esse lugar ficava no coração do Rio Grande do Sul, do Brasil. Era o mundo da música e da poesia, do sonho e da imaginação. Era o mundo do Pandorga da Lua. Lá reinava a paz, o amor e a alegria. Qualquer coisa era motivo para se fazer música e poesia: a natureza, os animais, as plantas, as pessoas, os sentimentos, o céu, as estrelas, o sol e a... (e a Ângela entraria cantando a lua flutua...).
“Era uma vez um lugar muito lindo, a natureza era bela e o céu era mais azul. Todos os moradores viviam muito felizes. Esse lugar ficava no coração do Rio Grande do Sul, do Brasil. Era o mundo da música e da poesia, do sonho e da imaginação. Era o mundo do Pandorga da Lua. Lá reinava a paz, o amor e a alegria. Qualquer coisa era motivo para se fazer música e poesia: a natureza, os animais, as plantas, as pessoas, os sentimentos, o céu, as estrelas, o sol e a... (e a Ângela entraria cantando a lua flutua...).
Poucas horas antes do espetáculo eu comecei a ficar com aquele “friozinho na barriga”, pois esta era uma experiência ainda muito nova para mim. Conversei com o Ricardo e ele, todo querido, me disse: “Relaxa, você só precisa situar as pessoas, mostrá-las a atmosfera do show e dar a deixa para a Ângela entrar”.
Pensei: “Nossa, é só isso...!”
Fala sério, sabia que aquele um minuto e meio para mim era uma grande responsabilidade, afinal, era o “Pandorga da Lua”, né?!
Mas já que quem conta um conto aumenta um ponto, a história acabou saindo assim...
“Era uma vez um lugar muito lindo, onde a natureza era bela e o céu era mais azul. Os habitantes eram muito felizes. Esse lugar ficava no coração do Rio Grande do Sul. Lá habitavam pessoas (realmente) muito felizes, que adoravam música e poesia. Nesse lugar onde o espaço para a música e a poesia, o sonho e a imaginação tomava conta do mundo, ele se transformou num Reino. O Reino do Pandorga da Lua. Lá, com essa felicidade toda, não existia dia onde música e poesia não fizessem parte. E qualquer coisa, em qualquer dia do ano, era motivo para se fazer música e poesia. A natureza, os animais, as plantas, as pessoas, os sentimentos, o céu, as estrelas, o sol e a...”.
“Era uma vez um lugar muito lindo, onde a natureza era bela e o céu era mais azul. Os habitantes eram muito felizes. Esse lugar ficava no coração do Rio Grande do Sul. Lá habitavam pessoas (realmente) muito felizes, que adoravam música e poesia. Nesse lugar onde o espaço para a música e a poesia, o sonho e a imaginação tomava conta do mundo, ele se transformou num Reino. O Reino do Pandorga da Lua. Lá, com essa felicidade toda, não existia dia onde música e poesia não fizessem parte. E qualquer coisa, em qualquer dia do ano, era motivo para se fazer música e poesia. A natureza, os animais, as plantas, as pessoas, os sentimentos, o céu, as estrelas, o sol e a...”.
quarta-feira, 6 de abril de 2011
CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM SINIMBU
Era uma vez uma gurizadinha que adorava dançar e morava numa linda cidadezinha no interior do estado do Rio Grande do Sul. A cidadezinha tinha muito verde, bonitas igrejas e se chamava Sinimbu. Um dia, a gurizadinha que adorava dançar danças que tinham vindo lá do outro lado do oceano, resolveu ouvir histórias. E foi por causa delas, das histórias, que acabamos nos conhecendo. 
Foi assim que eu fui parar em baixo de uma árvore, numa tarde ensolarada de dezembro. 
Que delícia foi estar junto da gurizada do Grupo Folclórico Alemão Freundschaftstanz e compartilhar com eles tantos sorrisos e histórias divertidas.
sábado, 19 de março de 2011
DIA INTERNACIONAL DO CONTADOR DE HISTÓRIAS
HOJE SE COMEMORA O DIA MUNDIAL DA NARRAÇÃO ORAL
E O DIA INTERNACIONAL DOS CONTADORES DE HISTÓRIAS
Pois bem, assim sendo, hoje também é meu dia!!
Procurei informações sobre porque o Dia do Contador de Histórias é comemorado no dia 20 de março. Achei pouquíssimas informações na minha busca, entre elas a de que esta data foi criada em 1991, na Suécia, para promover a narrrativa oral e fortalecer uma rede internacional de Contadores de Histórias. O evento ganhou força nos últimos anos e passou a ser celebrado em 25 países de todos os continentes, inclusive no Brasil.
Se alguém quiser contribuir com mais informações, quem sabe ano que vem podemos escrever um texto bacana, com informações sólidas, para comemorar a nossa data.
FELIZ DIA DO CONTADOR DE HISTÓRIAS!!
MUITA ALEGRIA, FANTASIA E BOAS HISTÓRIAS
PRA TODO MUNDO!!
domingo, 20 de fevereiro de 2011
EM BUSCA DA HISTÓRIA
Por cerca de 30 anos eu busquei uma história da minha infância, daquelas que passavam na sessão da tarde. Eu lembrava vários detalhes daquela história. Lembrava que era um desenho animado, que havia um leão e que haviam cortado a juba do leão num local como um pórtico de pedra. E o mais importante, lembrava que havia na história umas crianças que passavam para um mundo encantado (onde vivia o leão) pelo fundo de um guarda roupas. Durante muitos anos eu perguntava a meus amigos se haviam visto este filme, se lembravam do nome. Nada, ninguém tinha o menor registro da história. Lá pelas tantas comecei a achar que eu havia imaginado tudo aquilo. Mas como podia?! Eu tinha tantas lembranças claras daquela história e das muitas tardes que passei dentro do meu guarda roupas tentando passar para o mundo encantado. Essa por sinal foi uma das grandes frustrações da minha infância, nunca ter conseguido passar para o mundo encantado pelo fundo do meu guarda roupas (a outra foi nunca ter conseguido fazer funcionar o Pó de Pirlimpimpim). Há alguns anos atrás, passando por um cartaz de cinema, fiquei paralisada. Lá estava o nome da história (que a estas alturas todo mundo já deve saber): “O leão, a feiticeira e o guarda roupas”. Tantos anos buscando e lá estava o nome da história, ela existia!! Vi o filme aos prantos, estavam lá as crianças, o guarda roupas, o leão e tantos outros personagens que eu nem lembrava. Há algumas semanas eu consegui localizar pela internet o filme em desenho animado, aquele que eu havia visto lá na década de 70. Não hesitei em encomendar...
Ontem o filme chegou!! Contei para o meu filho mais velho, que está com quase sete anos e já viu todos os três filmes das “Crônicas de Nárnia”, que aquele era o filme que eu havia visto quando tinha a idade dele. Vimos juntos!! E hoje, vimos novamente!! Que emoção, rever a história que tanto busquei e ainda por cima com os meus dois filhos.
Agora estou lendo os livros. Que MA-RA-VI-LHA!! Sem explicação o que é a narrativa do C.S. Lewis. Quem não leu, não perca tempo!!
Ontem o filme chegou!! Contei para o meu filho mais velho, que está com quase sete anos e já viu todos os três filmes das “Crônicas de Nárnia”, que aquele era o filme que eu havia visto quando tinha a idade dele. Vimos juntos!! E hoje, vimos novamente!! Que emoção, rever a história que tanto busquei e ainda por cima com os meus dois filhos.Agora estou lendo os livros. Que MA-RA-VI-LHA!! Sem explicação o que é a narrativa do C.S. Lewis. Quem não leu, não perca tempo!!
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A FEITICEIRA E O GUARDA ROUPAS,
O LEÃO
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
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