quinta-feira, 3 de agosto de 2017

A TEIA DA COMPLEXIDADE PARA TECER NOVAS APRENDIZAGENS

Adoro início de semestre, esse começar de novo, nessa recursividade que nós, pensadores sistêmicos, tanto valorizamos. Iniciar uma disciplina com uma nova turma nunca é dar novamente o mesmo conteúdo, pois as perguntas são outras, as convivências são outras, eu sou outra.
São 16 anos ministrando a Disciplina de Fisioterapia Neurofuncional I e é sempre tudo muito novo. Cada metodologia escolhida, cada nova explicação, cada vídeo revisitado, cada novo caso clínico, cada história narrada, tudo é sempre outro, é sempre novo. Por isso inícios de ciclos me deixam feliz, porque novas possibilidades sempre se abrem. 
A Disciplina de Fisioterapia Neurofuncional I é o meu primeiro contato com os alunos do Curso de Fisioterapia da Unisc (depois vem a Fisioterapia Neurofuncional II, a Fisioterapia Neuropediátrica e o Estágio Supervisionado), por isso gosto de apresenta-los ao Pensamento Sistêmico logo na chegada, pois não somos ensinados a pensar em rede nos bancos escolares. Na escola, de um modo geral, ainda se valoriza o pensamento linear e a atenção focal. Mas para compreender como funciona o Sistema Nervoso é preciso aprender a pensar de outra forma, é preciso abrir possibilidades para uma aproximação com o Pensamento Complexo. 
Neste semestre fiz essa aproximação a partir da dinâmica da rede - que é a grande metáfora do Pensamento Complexo - e de um pequeno trecho do filme "O Ponto de Mutação", inspirado no livro de mesmo nome, do brilhante Fritjof Capra. Entre uma e outra dinâmica, conversamos, nos apresentamos, nos aproximamos e trocamos muitas risadas. Que a energia se mantenha  e que o semestre seja lindo!! 
 
 
 
 
 

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