Muito
fofa a canção 'Cando é Nadal', do CEIP San Clemente de Caldas de Reis, vencedora
do concurso musical da Companhia de Radio e Televisión de Galícia (CRTVG) para as
festas deste ano. Acho tão bacana essa ideia de festas, que inicia no
comecinho de dezembro e vai até o dia de Reis. A canção é veiculada durante a
programação da TV até o dia em que Gaspar, Baltazar e Melchior chegarão com os
presentes, cultivando não apenas a magia do Natal por mais tempo, como também mantendo
acesas muitas outras histórias e personagens que iluminam essa época.
Compartilho a canção, porque compartilho da ideia de um Natal mais cheio de
simbolismos!!
quinta-feira, 21 de dezembro de 2017
quarta-feira, 20 de dezembro de 2017
BRINCADEIRA PARA O DIA DE REIS
Para participar dessa brincadeira natalina e concorrer para ganhar
meus três livros você deve:
1) Se inscrever no blog - http://lelaludens.blogspot.com.br
2) Curtir a página no facebook - https://www.facebook.com/lelaludens
3) Compartilhar o link do sorteio no Facebook a partir da página lelaludens
4) Ficar ligado no sorteio
Honrando as verdadeiras tradições natalinas onde os presentes são entregues do Dia de Reis, o sorteio acontecerá neste dia (06/01/2018) e o resultado será divulgado na página no Facebook e também no blog
FUNDAÇÃO DA ACADEMIA SANTACRUZENSE DE LETRAS
Hoje foi criada a Academia Santacruzense de Letras, uma alegria para todos nós que amamos as letras e a literatura!! Parabéns aos fundadores!! Muitos vivas à literatura e a todos que dedicam suas vidas a criar novas vidas através das histórias e poesias!!
http://gaz.com.br/conteudos/regional/2017/12/19/109797-academia_santa_cruzense_de_letras_sera_fundada_nesta_quarta_feira.html.php
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ACADEMIA SANTACRUZENSE DE LETRAS
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
CADA UM COM SEU CADA QUAL
Sou uma pessoa que
adora música. Durante a infância vivi cercada por LPs. Não herdei do meu pai seu
ouvido musical, mas ele insistia em me mostrar os pequenos detalhes que
percebia nas músicas que ouvia. O que para mim era quase imperceptível, aos seus
ouvidos eram detalhes importantes. Talvez ali tenha começado a dar valor a essas sutilezas.
Na adolescência foram muitos conflitos geracionais (que bom, isso é necessário para os adolescentes que são seres em construção), eu criando a minha identidade musical cercada pelas identidades do meu pai, do meu tio, das amigas da mesma idade e dos amigos mais velhos. Nessa miscelânea, aprendi a gostar de tudo um pouco. O que decidi lá pelas tantas, já mais perto do final da adolescência, é que não queria ficar parada no tempo. A internet facilitou muito isso.
Na adolescência foram muitos conflitos geracionais (que bom, isso é necessário para os adolescentes que são seres em construção), eu criando a minha identidade musical cercada pelas identidades do meu pai, do meu tio, das amigas da mesma idade e dos amigos mais velhos. Nessa miscelânea, aprendi a gostar de tudo um pouco. O que decidi lá pelas tantas, já mais perto do final da adolescência, é que não queria ficar parada no tempo. A internet facilitou muito isso.
Adoro descobrir
novas sonoridades, poucas coisas eu não aprecio, mas tem tanta coisa boa por aí
que não preciso gostar de tudo. Não gosto de funk, não gosto de sertanejo
universitário (que virou uma mistura de sertanejo + funk + música romântica),
não gosto de música Gospel e também não morro de amores pela Bossa Nova, embora
goste muito mais da música brasileira do que da estrangeira. Pronto falei!!
Para quem, como
eu, passa muito tempo com o youtube aberto sabe que uma música puxa outra e
assim eu vou descobrindo preciosidades, sem fazer grande esforço. Por sorte o youtube faz conexões por afinidade e assim, aqueles estilos
musicais a que não me conecto, também não me aparecem. Por conta disso e por não
assistir programas de auditório, corro o risco de ficar por fora de alguns
modismos. Pra mim isso não era um problema até essa semana (continuará não sendo).
Na segunda-feira
descobri, através das redes sociais, que a música K.O, de Pabllo Vittar, havia
ganhado troféu de melhor música do ano no Programa do Faustão. Ingenuamente escrevi
no Facebook que não conhecia Pabllo Vittar. Pronto, imediatamente começou uma
enxurrada de comentários de todos os tipos. Alguns solidários, que como eu
também não a conheciam. Outros que criticavam a vitória da Vittar pelas mais
variadas razões. – Só para resgatar, eu não havia postado minha percepção sobre
a arte ou a artista, apenas o fato de não conhecê-la –. Mas o que me pegou de
surpresa foram comentários do tipo: ‘a gente tem que ficar ligado para evitar preconceitos
geracionais e entraves da nostalgia', ou então que manifestavam a vitória da Pabllo como uma conquista para a comunidade
LGBT.
Fico muito
assustada quando as estações se misturam dessa forma. O troféu era para a
música, para a performance, para a artista ou para a causa que ela defende? Se
a premiação era para a melhor música do ano, esse deveria ser o único critério
a ser avaliado. Talvez fosse mais adequado se o troféu fosse para o artista
mais popular do ano, ou artista revelação.
Sou responsável pelo que escrevo e não pelo que os outros entendem do que escrevi, porque não tenho a menor ideia do que circula na cabeça de cada pessoa que lê uma opinião minha, não tenho como imaginar os conceitos e preconceitos de cada um e a partir de que conexões farão a leitura.
Sou responsável pelo que escrevo e não pelo que os outros entendem do que escrevi, porque não tenho a menor ideia do que circula na cabeça de cada pessoa que lê uma opinião minha, não tenho como imaginar os conceitos e preconceitos de cada um e a partir de que conexões farão a leitura.
A experiência
dessa semana foi um aprendizado incrível para saber que a imparcialidade é não apenas
uma utopia, mas que o exercício para aproximar-se dela fica cada vez mais
difícil quando as pessoas se abastecem de seus princípios como se fossem munição para ir à guerra. O diálogo é impossível quando não há escuta generosa. Descobri
essa semana que não basta estar atualizada, é preciso estar atualizada com o
que a grande massa deseja, caso contrário você se torna um dinossauro.
Aprendi nessa
semana também (isso eu já sabia) que prêmios podem dar visibilidade, mas não
são atestado de competência. E que competência nem sempre tem relação com o sucesso.
Mas aprendi, sobretudo, que ainda estamos muito despreparados para separar os
discursos, seja para fazer uma crítica ou uma avaliação. Não sei o que foi
julgado, mas tenho certeza – agora que já sei quem é a
Pabllo Vittar, K.O. não é a melhor música do ano. Agora sim eu dei a minha
opinião. Simples assim!!
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
DIA DE BANCA (BIBI E DIANA)
Hoje foi dia das minhas orientandas apresentarem suas pesquisas para a Banca, dia de fim de ciclo, de celebrar a pesquisa acadêmica que não deixa de lado a sensibilidade, que honra as tradições da fisioterapia, que cria o novo respeitando o percurso de nossos antecessores. É muito bom construir essa história num ritmo que permite uma relação respeitosa com a ciência e com os seres humanos.
A Bibiana apresentou nossa pesquisa "Percepção corporal e coordenação motora no tratamento fisioterapêutico de paciente hemiparético", uma pesquisa que busca mostrar o resgate da essência da Fisioterapia Neurofuncional, pois é muito difícil reabilitar um corpo que não se percebe corpo. Na banca, para discutir questões tão fundamentais com a gente, esses dois queridos, amigos, colegas, parceiros de jornada que são a Tânia Fleig e o Rafael Kniphoff.
A Diana apresentou nossa pesquisa "Contribuição de um Programa Terapêutico inspirado nos princípios da Antiginástica e da Eutonia para a melhora da percepção corporal em pacientes hemipáticos". Uma pesquisa linda, que dedicou-se a resgatar duas tecnologias afetivas, métodos antigos e tão necessários para possamos resgatar nossa essência como fisioterapeutas, nesse compromisso que devemos cultivar que é ajudar verdadeiramente o outro. A banca não poderia ser outra, uma banca de fadas, minhas colegas e amigas Paula Bianchetti e Miriam Froemming, que com suas delicadezas iluminaram esse momento.
Depois da banca a Diana nos presenteou com essas lindas máscaras de
coruja, com a séria recomendação de sono tranquilo para as três.
Hoje fomos batizadas literalmente como professoras corujas!!
Marcadores:
TCC; UNISC; FISIOTERAPIA NEUROFUNCIONAL
sexta-feira, 8 de dezembro de 2017
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